sábado, 23 de janeiro de 2010

Universo: jardim ou floresta: erros de concepção filosófica

As duas mais importantes concepções do Universo que conheço, a cristã  e a supostamente científica darwiniana, ao contrário da concepção aristotélica,   aceitam a idéia de um início do Universo. Estão errados, o Universo não tem início. O que tem início é o Universo moldado pelo Criador. Digamos, o Universo moldado, não o Univeso criado, que não existe.

Por que não pode existir um Universo criado? Resposta: Um Universo criado é criado por um Criador. O Criador está dentro ou fora do Universo criado? É certo que o Criador existe dentro de algum Universo, e que este Universo não é o Universo criado, pois o Universo do Criador existia antes do suposto Universo criado.    Ora, o Universo é um só; ou é o Universo criado ou o Universo do Criador. Se o Criador está fora do Universo criado, então como pode entrar nele? Se o Criador está dentro do Universo criado, então como pode tê-lo criado?  Logo, não existe Universo criado. O que existe é Universo moldado. Ainda tenho dúvida se o Universo, este mesmo Universo em que vivemos, foi totalmente moldado, ou se existem partes não moldadas pelo Criador.

A Bíblia diz que Deus criou céus e terra. A Bíblia diz que Deus é o Senhor do Universo, não que o criou. “No princípio, criou Deus os céus e a tera”. O Universo é infinitamente maior, considerando-se medida de volume simples, do que os céus e terra criados!

É isto o que eu queria dizer: o Universo, ou parte dele, é como um jardim, moldado, o jardim de Deus, como o jardim do Éden, e não uma floresta indomada. 

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Paradoxos

Paradoxo, contradição, inconsistência, ou seja lá que outro nome tenha, é a ocorrência de frases que não podem ser aceitas simultaneamente em um discurso ou teoria. Se duas frases A e B forem incompatíveis, dentro de uma teoria,  então a teoria tem de ser reconstruída sem a frase  A ou sem a frase B ou sem as frases A e B. 

Exemplo de paradoxo: Numa carta, como a de baralho, escreve-se de um lado “o que está escrito do outro lado é verdade”, e do outro lado,  escreve-se “ o que está escrito do outro lado é falso”.